O retorno de Marianinho a Luar-do-Chão não é exatamente uma volta às suas origens. Ao chegar à ilha natal, incumbido de comandar as cerimônias fúnebres do avô Mariano, ele se descobre um estranho tanto entre os de sua família quanto entre os de sua raça, pois na cidade adquiriu hábitos de um branco.
Aos poucos, Marianinho percebe que voltou à ilha para um renascimento. A obra trata também de um impasse cultural, religioso e político, que guarda correspondência com a situação social da África de hoje.